presente que ganhei da qrida amiga Ana Cecilia Reis [http://indefinida.blogspot.com]
O poema é o poeta.
Essa eterna vontade de mudar
As impressões de um mundo
Incompreendido e absurdo
Irreverente, belo e maluco
E gritar por todos os cantos
Pois alguém há de escutar.
Anaaaaaaaaaaaaa! Curti demaaaaaaaais! Adorei! =)
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31 de dezembro de 2009
19 de fevereiro de 2009
outra vez
nada
de novo
tudo
outra vez
O mundo gira
e eu encontro-me
sempre no mesmo
lugar.
Constantemente em movimento.
Constantemente estagnada.
nada
de novo
tudo
outra vez.
de novo
tudo
outra vez
O mundo gira
e eu encontro-me
sempre no mesmo
lugar.
Constantemente em movimento.
Constantemente estagnada.
nada
de novo
tudo
outra vez.
Este escrito é de J. Caribé, que escreve no blog Quintal de Cores. Está nos comments do meu escrito no post anterior, "um paradoxo em que tudo significa" - e eu decidi roubá-lo e colocá-lo aqui!
29 de dezembro de 2008
Na lata
De: Czarina [http://sabedoriadeimproviso.wordpress.com]
Para: Jefferson
Na lata
Amigo. Distante.
Eu sei, a gente
não têm se falado o bastante.
Amigo, você é tão importante.
Não se eu já
te disse isso antes.
Amigo, daqui em diante
vamos nos encontrar
por MSN
ou de elefante
ou fazer das palavras
nosso pequeno telefone
de latinha e barbante.
Para: Jefferson
Na lata
Amigo. Distante.
Eu sei, a gente
não têm se falado o bastante.
Amigo, você é tão importante.
Não se eu já
te disse isso antes.
Amigo, daqui em diante
vamos nos encontrar
por MSN
ou de elefante
ou fazer das palavras
nosso pequeno telefone
de latinha e barbante.
16 de novembro de 2008
Ultraleve
que nos ultraleve os ventos
para caminhos tão plenos
onde os nossos pensamentos,
por demais, sejam amenos.
para caminhos tão plenos
onde os nossos pensamentos,
por demais, sejam amenos.
Um presente de Octávio Roggiero Neto, inspirado no meu escrito anterior, "Já que eu não posso te levar..."
Obrigado, amigo! =)
Obrigado, amigo! =)
30 de outubro de 2007
4 de setembro de 2007
12 de julho de 2007
Sobre o Tempo
"Sobre o tempo já tentei
em fracas linhas escrever
mas como eu iria conseguir
qual grandes mestres que eu já li,
sobre essa entidade discorrer?
Apenas penso nas folhas que
no balanço do vendo vem ao chão
em cada batida de asa que não se repete,
afinal do passado o destino não é mais dono
desse tempo que deixou de ser palpável
e agora não há mais
como medir e esperar
E penso nos carros que passam
abaixo da janela desse apartamento
e lembro das tardes passadas
das noites dormidas
dos abraços bem dados
das tristes (e das felizes) despedidas
e vejo... que nada do que passou
pode dizer mais do tempo que já tentei escrever
do que viver o tempo que ainda esta por fazer"
ps.: visitem meu outro blog quando puderem hehehe www.crimeperfeito.blogspot.com (só uma pequena propaganda rs)
em fracas linhas escrever
mas como eu iria conseguir
qual grandes mestres que eu já li,
sobre essa entidade discorrer?
Apenas penso nas folhas que
no balanço do vendo vem ao chão
em cada batida de asa que não se repete,
afinal do passado o destino não é mais dono
desse tempo que deixou de ser palpável
e agora não há mais
como medir e esperar
E penso nos carros que passam
abaixo da janela desse apartamento
e lembro das tardes passadas
das noites dormidas
dos abraços bem dados
das tristes (e das felizes) despedidas
e vejo... que nada do que passou
pode dizer mais do tempo que já tentei escrever
do que viver o tempo que ainda esta por fazer"
ps.: visitem meu outro blog quando puderem hehehe www.crimeperfeito.blogspot.com (só uma pequena propaganda rs)
27 de junho de 2007
13 de junho de 2007
28 de abril de 2007
Sete Palmos
"Não me venha com esse olhar de escarnio
desse sistema intransigente
rápido eu aprendi o funcionamento
sem manual sem professor,
apenas sendo persistente
E desse mecânismo inexorável
as vezes um pouco atraente,
eu não desejo tomar parte
porque eu sou eu, não sou toda essa gente
Nem sou todos esses seres
que erros fizeram com você presente
e sei que sou humano e erro
mas se eu errar, será diferente
Não insista em me dizer
que todos somos iguais
porque somos humanos,
e humanos não são iguais.
Até onde eu conheço
essa identidade coletiva
que a filosofia insiste em proclamar
é apenas uma balela mal contada
para a todos enganar...
Se você não enxerga não entende
veja bem, estou cansado de lutar
não vou me tornar como eles
nem vou te enganar, eu não
suporto jogos mesquinhos
onde só um quer jogar
no meu jogo só participam duplas
que conseguem se completar...
Se eu tenho dito
que só o agora e futuro me interessa
é porque dos erros de nós mesmos
ao passado pertence
e para eles sete palmos de terra
é o máximo que me prezo a dar como presente.
Mas se assim nada melhora
melhor pegar as coisas, vou embora
e quem sabe no futuro
Daquele vázio que você deixou
nenhum vácuo você vai encontrar
com sete palmos de terra
eu preencherei todo o lugar."
desse sistema intransigente
rápido eu aprendi o funcionamento
sem manual sem professor,
apenas sendo persistente
E desse mecânismo inexorável
as vezes um pouco atraente,
eu não desejo tomar parte
porque eu sou eu, não sou toda essa gente
Nem sou todos esses seres
que erros fizeram com você presente
e sei que sou humano e erro
mas se eu errar, será diferente
Não insista em me dizer
que todos somos iguais
porque somos humanos,
e humanos não são iguais.
Até onde eu conheço
essa identidade coletiva
que a filosofia insiste em proclamar
é apenas uma balela mal contada
para a todos enganar...
Se você não enxerga não entende
veja bem, estou cansado de lutar
não vou me tornar como eles
nem vou te enganar, eu não
suporto jogos mesquinhos
onde só um quer jogar
no meu jogo só participam duplas
que conseguem se completar...
Se eu tenho dito
que só o agora e futuro me interessa
é porque dos erros de nós mesmos
ao passado pertence
e para eles sete palmos de terra
é o máximo que me prezo a dar como presente.
Mas se assim nada melhora
melhor pegar as coisas, vou embora
e quem sabe no futuro
Daquele vázio que você deixou
nenhum vácuo você vai encontrar
com sete palmos de terra
eu preencherei todo o lugar."
23 de março de 2007
Arrepio
hehehe Escrevo novamente, na vez do meu grande amigo Jefferson... eu não estava muito inspirado... ou talvez a inspiração tenha mudado, seja nova demais, e eu não saiba a ordem do que vive aqui dentro do peito... um trem de razões, consequências e sentimentos que ainda esta se acertando :-)
"Sinto arrepio
doce momento sem glória
simples vida mortal normal
mas dá arrepio...
sinto uma onda
pela espinha acima
o corpo todo
quando a hora passa
e os minutos conto nos dedos
em cada estrela
em cada momento...
e tento não contar
não viver, nem me perder
porque é dolorido esquecer
coisas que muita dor podem trazer
É difícil vencer
essa nação que vive
dentro de mim
dizendo que posso sonhar,
mesmo sem adormecer
mas que pode ser um pesadelo
ao acordar e não te ver...
mas mesmo assim sinto
arrepio
essa vontade de lhe ter
ver ouvir falar sentir
mesmo assim
com riscos, com medo
com emoção e marcas no coração
não posso mais deixar de me perder
por você."
"Sinto arrepio
doce momento sem glória
simples vida mortal normal
mas dá arrepio...
sinto uma onda
pela espinha acima
o corpo todo
quando a hora passa
e os minutos conto nos dedos
em cada estrela
em cada momento...
e tento não contar
não viver, nem me perder
porque é dolorido esquecer
coisas que muita dor podem trazer
É difícil vencer
essa nação que vive
dentro de mim
dizendo que posso sonhar,
mesmo sem adormecer
mas que pode ser um pesadelo
ao acordar e não te ver...
mas mesmo assim sinto
arrepio
essa vontade de lhe ter
ver ouvir falar sentir
mesmo assim
com riscos, com medo
com emoção e marcas no coração
não posso mais deixar de me perder
por você."
16 de março de 2007
Cinza
"Cinza
tudo em tons tapados taciturnos
branco e preto
e
cinza...
E tantos vidros
tanta opres
são o que eu vejo
da janela espelhada
azulada e sempre lavada
deste prédio
C I N Z A
Cadê??? as cores
as dores vermelhas,
as flores os verdes
esse amarelo ouro que nunca mais se viu...
Só na capa das revistas
nas roupas que dançam, não respiram
não purificam ou avivam
e nestas colinas negras
numa cidade qualquer...
o céu não é azul
a noite não possui estrela
e tudo é
cinza
Concreto e asfalto negro
apenas descontrastes
apenas... cinza."
tudo em tons tapados taciturnos
branco e preto
e
cinza...
E tantos vidros
tanta opres
são o que eu vejo
da janela espelhada
azulada e sempre lavada
deste prédio
C I N Z A
Cadê??? as cores
as dores vermelhas,
as flores os verdes
esse amarelo ouro que nunca mais se viu...
Só na capa das revistas
nas roupas que dançam, não respiram
não purificam ou avivam
e nestas colinas negras
numa cidade qualquer...
o céu não é azul
a noite não possui estrela
e tudo é
cinza
Concreto e asfalto negro
apenas descontrastes
apenas... cinza."
8 de março de 2007
Que...
"Que eu nunca me esqueça
das palavras que disse hoje,
e que meu amor por ti pereça
dia após dia, noite após noite
como uma doença sem cura que se
transforma...
Que meu amor se desfigure
e o desejo de você devaneça
a cada palavra frase que me ofereça.
Que eu não me perca em seus olhos
e seus sorrisos não iluminem mais
do que eu gostaria, cada um dos meus dias...
E que meu carinho por ti se engrandeça
com o que sobrar do amor que deve terminar...
Que eu consiga vencer esse sentimento
que dói em silêncio dentro do meu peito
que eu te ame como amiga irmã confidente
nunca como amante mulher companheira..."
das palavras que disse hoje,
e que meu amor por ti pereça
dia após dia, noite após noite
como uma doença sem cura que se
transforma...
Que meu amor se desfigure
e o desejo de você devaneça
a cada palavra frase que me ofereça.
Que eu não me perca em seus olhos
e seus sorrisos não iluminem mais
do que eu gostaria, cada um dos meus dias...
E que meu carinho por ti se engrandeça
com o que sobrar do amor que deve terminar...
Que eu consiga vencer esse sentimento
que dói em silêncio dentro do meu peito
que eu te ame como amiga irmã confidente
nunca como amante mulher companheira..."
28 de fevereiro de 2007
... nada será o mesmo.
"Eu nunca serei o mesmo
depois do seu toque
dos seus beijos
daquela tarde de conversas,
descontraídas, e cheias de vida...
Eu nunca serei o mesmo
depois de te envolver
nos envolvermos
braço abraço a braço...
eu nunca mais
serei eu mesmo
você nunca mais será a mesma...
apenas meu coração que cisma
que um dia seremos nós de novo...
... embora minha minguada razão
diga pra esquecer
apagar, desistir, me perder...
Eu nunca serei o mesmo
eu nunca mais fui o mesmo, depois
que encontrei
você... que você
encontrou encantou eu e você,
nunca mais seremos os mesmos"
depois do seu toque
dos seus beijos
daquela tarde de conversas,
descontraídas, e cheias de vida...
Eu nunca serei o mesmo
depois de te envolver
nos envolvermos
braço abraço a braço...
eu nunca mais
serei eu mesmo
você nunca mais será a mesma...
apenas meu coração que cisma
que um dia seremos nós de novo...
... embora minha minguada razão
diga pra esquecer
apagar, desistir, me perder...
Eu nunca serei o mesmo
eu nunca mais fui o mesmo, depois
que encontrei
você... que você
encontrou encantou eu e você,
nunca mais seremos os mesmos"
7 de janeiro de 2007
Andrew 1 x Simone 1
e o meu jogo... deu empate
numa partida imprevista
deu empate!!! eita vida... quem diria?¿
... empatou no meu coração
e, quem diria, no coração dela também!!!
a amizade a verdade a paixão
por essa gúria que estava do meu lado
e eu... do lado dela
toda hora todo dia
uma década uma vida...
e um dia...
deu empate, um a um!!! como eu disse... quem diria!?¿
zero a zero nunca mais...
e o empate foi melhor que ganhar o campeonato...
isso eu nunca imaginaria..."
numa partida imprevista
deu empate!!! eita vida... quem diria?¿
... empatou no meu coração
e, quem diria, no coração dela também!!!
a amizade a verdade a paixão
por essa gúria que estava do meu lado
e eu... do lado dela
toda hora todo dia
uma década uma vida...
e um dia...
deu empate, um a um!!! como eu disse... quem diria!?¿
zero a zero nunca mais...
e o empate foi melhor que ganhar o campeonato...
isso eu nunca imaginaria..."
11 de dezembro de 2006
Barreiras
Buenas pessoal!!
Antes do poema, quero deixar aqui um grande abraço para meu grande irmão Fejones, e valeu pelo convite para o blog!!!
E que eu faça por merecer, é claro hehe
------------------------------------------------
"As vezes penso que sei
qual seria o remédio
Talvez fosse alguma bebida
talvez... algum mistério?¿
Mas esbarro em barreiras
palavras que não querem ceder
me perco entre prédios
dia e noite sem perceber...
e minhas rimas são falhas
como a vida que estou a viver
mas as falhas são minhas
só minhas, coisas que fogem
correm do controle
nem mesmo eu (quem dera você) poderia vencer..."
Antes do poema, quero deixar aqui um grande abraço para meu grande irmão Fejones, e valeu pelo convite para o blog!!!
E que eu faça por merecer, é claro hehe
------------------------------------------------
"As vezes penso que sei
qual seria o remédio
Talvez fosse alguma bebida
talvez... algum mistério?¿
Mas esbarro em barreiras
palavras que não querem ceder
me perco entre prédios
dia e noite sem perceber...
e minhas rimas são falhas
como a vida que estou a viver
mas as falhas são minhas
só minhas, coisas que fogem
correm do controle
nem mesmo eu (quem dera você) poderia vencer..."
22 de maio de 2006
Sobre a Verdade
Com os devidos créditos a Moacir Caetano, grande amigo nosso.
Valeu, meu caro! 1 abraço!
A Verdade um dia caiu dos céus
e se quebrou em mais de mil pedaços
os seres humanos num escarcéu
disputaram a soco os estilhaços
desde então o mundo nunca mais viu
o que chamávamos realidade
cada um carrega em seu cantil
um pedacinho brilhante que arde
e cada um tem a sua verdade!
Valeu, meu caro! 1 abraço!
A Verdade um dia caiu dos céus
e se quebrou em mais de mil pedaços
os seres humanos num escarcéu
disputaram a soco os estilhaços
desde então o mundo nunca mais viu
o que chamávamos realidade
cada um carrega em seu cantil
um pedacinho brilhante que arde
e cada um tem a sua verdade!
9 de abril de 2006
Conforme a Música
Temos que dançar
ao som dos tambores da morte
porque estamos à mercê da sorte
sem ter para onde escapar...
Se quem impõe o ritmo é a vida,
é sem se importar se somos fortes.
Mas sempre vem a vontade de diferentes acordes
e queremos dançar ao som de uma outra batida...
"Acordes? Acorde! Ilusão...
Não existe esta tal batida!
Cada um segue sua vida
tomando a melhor decisão."
A maioria prefere acreditar nesta frase
ou se apoiar na religião e nos dogmas dela,
mas alguns se jogam pela janela
porque não estão sobre nenhuma base.
Só nos resta então esperar pelo dia do Juízo Final
pois, na verdade, não importam nossas ações.
Morreremos todos, tendo aproveitado ou sofrido privações,
e independente de termos feito o Bem ou o Mal.
ao som dos tambores da morte
porque estamos à mercê da sorte
sem ter para onde escapar...
Se quem impõe o ritmo é a vida,
é sem se importar se somos fortes.
Mas sempre vem a vontade de diferentes acordes
e queremos dançar ao som de uma outra batida...
"Acordes? Acorde! Ilusão...
Não existe esta tal batida!
Cada um segue sua vida
tomando a melhor decisão."
A maioria prefere acreditar nesta frase
ou se apoiar na religião e nos dogmas dela,
mas alguns se jogam pela janela
porque não estão sobre nenhuma base.
Só nos resta então esperar pelo dia do Juízo Final
pois, na verdade, não importam nossas ações.
Morreremos todos, tendo aproveitado ou sofrido privações,
e independente de termos feito o Bem ou o Mal.
4 de março de 2006
Sem Título Nº 573 ( Primeira experiência de escrever uma poesia com um "eu" feminino )
Você é uma máquina cruel,
teu beijo tem gosto de fel,
teu olhar faz qualquer um morrer,
a dor dos outros é teu prazer...
Quero sentir teu amor,
mas é melhor não te tocar...
Quero te ter em meus braços,
mas meu bom-senso me manda parar.
Quero te beijar,
mas sinto que é em exagero...
Quero sentir teu gosto,
mas teus lábios são puro veneno...
Tua boca é tão quente,
que faz até você parecer gente.
Tão úmida é tua pele,
que nem dá pra imaginar o quanto fere.
Te ouço me chamar,
mas é meu estômago roncando de fome.
Quero te machucar,
só pra te ouvir gemer e gritar meu nome.
Não quero te tocar,
mas você já está dentro de mim.
Quero te possuir,
mas não sobrevivo se a resposta for sim.
teu beijo tem gosto de fel,
teu olhar faz qualquer um morrer,
a dor dos outros é teu prazer...
Quero sentir teu amor,
mas é melhor não te tocar...
Quero te ter em meus braços,
mas meu bom-senso me manda parar.
Quero te beijar,
mas sinto que é em exagero...
Quero sentir teu gosto,
mas teus lábios são puro veneno...
Tua boca é tão quente,
que faz até você parecer gente.
Tão úmida é tua pele,
que nem dá pra imaginar o quanto fere.
Te ouço me chamar,
mas é meu estômago roncando de fome.
Quero te machucar,
só pra te ouvir gemer e gritar meu nome.
Não quero te tocar,
mas você já está dentro de mim.
Quero te possuir,
mas não sobrevivo se a resposta for sim.
8 de fevereiro de 2006
Sem Título Nº 8
Onde está o sentido da vida?
Está no ar,viajando por algum lugar...
Há um frio no ar...
Mas pra quê se importar?
Nós vagamos
Sem saber pra onde vamos...
E a vida continua... Sem respostas, perdida...
Tanto a minha quanto a sua...
Sintamos a chuva,
Apreciemos a lua...
À beira da estrada,
descansemos naquela curva...
Me abrace, me envolva
enquanto nossos rios correm...
Aproveitemos, querida,
enquanto somos jovens...
Nos beijemos enquanto podemos...
Ou, quando for tarde demais,
perceberemos
que perdemos.
E não poderemos
nunca mais.
Está no ar,viajando por algum lugar...
Há um frio no ar...
Mas pra quê se importar?
Nós vagamos
Sem saber pra onde vamos...
E a vida continua... Sem respostas, perdida...
Tanto a minha quanto a sua...
Sintamos a chuva,
Apreciemos a lua...
À beira da estrada,
descansemos naquela curva...
Me abrace, me envolva
enquanto nossos rios correm...
Aproveitemos, querida,
enquanto somos jovens...
Nos beijemos enquanto podemos...
Ou, quando for tarde demais,
perceberemos
que perdemos.
E não poderemos
nunca mais.
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